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October 17, 2017

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Fonoaudiologia na Síndrome de Down

       Para quem não sabe, a Trissomia do XXI ou a “Síndrome de Down”, como é conhecida, tem origem genética; é quando o cromossomo de número XXI é duplicado na carga genética do feto. As características físicas são semelhantes e algumas delas são: dedos curtos, nariz achatado, flexibilidade excessiva nas articulações, hipotonia muscular, olhos “puxados”, orelhas pequenas e baixas, entre outras.

 

            Além dessas características, apresentam alguns atrasos cognitivos e podem evoluir para uma Deficiência Intelectual. Para que possamos prevenir a piora do quadro clínico, uma equipe multidisciplinar atua, auxiliando no desenvolvimento da criança.

            Quando bebê, a Fonoaudióloga, intervém com estimulações globais, visando o melhor desenvolvimento auditivo, motor oral, de linguagem e das brincadeiras. O trabalho em equipe é fundamental, pois, devido à hipotonia na musculatura, algumas atividades são prejudicadas e necessárias adaptações.

            Para um bom desenvolvimento auditivo são utilizados instrumentos musicais para que a criança busque pela fonte sonora e mantenha a atenção ao som.

            Conforme quadro de hipotonia já mencionado, as crianças que com síndrome de down apresentam alteração da musculatura oral e, diante disso, muitas vezes, apresentam dificuldades na sucção, na mastigação e na deglutição. Diante disso, técnicas diretas e indiretas são realizadas, auxiliando na adequação dos movimentos e no fortalecimento da musculatura, para que o bebê possa realizar tais atos.

            Quanto às brincadeiras e à estimulação da linguagem oral, vão ocorrendo gradativamente e as duas podem ser trabalhadas em conjunto. Em cada fase da criança é esperado que se atinja o padrão da normalidade e, diante disso, a terapia é adequada e/ou modulada.

            Lembrando que o bebê / a criança tem que ser avaliada e o profissional capacitado realizar uma boa terapia, sempre reavaliando, passando instruções para a família dar continuidade em casa e mantendo contado com os outros profissionais, sempre visando o melhor desenvolvimento dele.

 

            Para maiores informações, consulte um especialista.

            Abaixo estão os sites utilizados como apoio para este artigo:

 

http://www.cefac.br/library/teses/039b9d4893bc1faa2eb277c206107afc.pdf

https://www.movimentodown.org.br/sindrome-de-down/o-que-e/

 

 

 

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